Você sabe quem ensinou o Rio a vestir branco no Réveillon?

Você sabe quem ensinou o Rio a vestir branco no Réveillon?

Uma tradição que também carrega a força das religiões de matriz africana

Quando pensamos no Réveillon do Rio, lembramos dos fogos de Copacabana, das praias lotadas e de milhares de pessoas vestidas de branco.

Mas você sabe de onde vem parte dessa tradição?

As celebrações de Ano Novo nas praias cariocas têm uma forte relação com as religiões de matriz africana. Desde meados do século XX, terreiros de Umbanda e Candomblé realizavam homenagens a Iemanjá, levando flores, oferendas e pedidos às águas.

Com o passar dos anos, essa manifestação religiosa ganhou proporções gigantescas e se transformou no Réveillon que conhecemos hoje: uma das maiores festas do mundo, que movimenta o turismo e a economia do Rio.

O branco, as flores, as homenagens ao mar e a presença de Iemanjá continuam fazendo parte dessa celebração, mesmo que muitas pessoas desconheçam sua origem.

Por isso, falar dessa história é também reconhecer a contribuição do povo negro e das religiões de matriz africana para a cultura brasileira.

Uma tradição que nasceu também da fé e da resistência hoje reúne milhões de pessoas.

E fica a pergunta: quando você vestir branco no próximo Réveillon, vai lembrar da história que essa cor também carrega?


Por Orgulho da Cor

Genezio Macaio

| Sou África BR Magazine

7 respostas

  1. Avatar de Cristina
    Cristina

    Fico exaltante em saber da igação , do branco com a religião de matrizes africanas !! Pois só consigo me vestir , desde sempre, de branco

  2. Avatar de
    Anônimo

    Muito bom!

  3. Avatar de
    Anônimo

    Mês parabéns 👏

  4. Avatar de
    Anônimo

    Muito bom saber disso!

  5. Avatar de
    Anônimo

    Parabéns, seu Genezio. Axé

  6. Avatar de
    Anônimo

    Maravilhosa informação

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Ama Ndlovu explores the connections of culture, ecology, and imagination.

Her work combines ancestral knowledge with visions of the planetary future, examining how Black perspectives can transform how we see our world and what lies ahead.

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