Nossos corpos também pertencem a esses lugares
E existe algo simbólico nessas ocupações.
Começar no Theatro Municipal e chegar ao Cine Odeon é também afirmar que a cultura negra não deve estar restrita a espaços periféricos ou alternativos. Nós também pertencemos ao centro. Nós também somos produtores de conhecimento, arte, memória e pensamento.
Zózimo Bulbul, ator, cineasta e ativista, construiu uma trajetória fundamental para o cinema afro-brasileiro. Seu legado continua através de um encontro que transforma a tela em território de memória, identidade e futuro.
O cinema negro não é apenas sobre representar pessoas negras. É sobre quem conta a história, quem segura a câmera, quem ocupa a tela e quem decide quais histórias merecem ser vistas.
Ocupar é também ancestralidade.
Permanecer é construir futuro.













Sou África BR Magazine
Porque o mundo é afro-brasileiro




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